A TRECE AÑOS DE LA MATANZA DE UNAI, CIIT PIDE PRISIÓN DE LOS IDEÓLOGOS Y RECLAMA VALORIZAR AL INSPECTOR DE TRABAJO.

 

En una acto organizado por Sinait frente al Tribunal Regional Federal en Brasilia, el pasado 25 de enero, se exigió por 13° año consecutivo,la prisión para los mandantes del brutal crimen.

El 28 de enero de 2004, en Unai (BH) fueron brutalmente asesinados tres inspectores de trabajo y un chofer del Ministerio de Trabajo de Brasil.

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CIIT junto a diversas entidades sociales, acompañaron al asociado Sindicato de Auditores de Trabajo de Brasil demandando justicia para Eratóstenes, Joao Batista, Nelson y Ailton.

Compartimos extractos de la cobertura de dicho acto:

De acordo com o presidente do Sinait, Carlos Silva, os Auditores-Fiscais do Trabalho continuam protestando por justiça. “Clamamos por aqueles que morreram pelo Estado brasileiro. Eles foram brutalmente assassinados há 13 anos, defendendo trabalhadores. Estamos aqui para não deixar cair no esquecimento a morte desses colegas”.

Ele relembrou que os Auditores-Fiscais foram mortos ao tentar resgatar trabalhadores de situações aviltantes. “Eles foram assassinados porque lutavam para levar dignidade aos trabalhadores”. Segundo ele, infelizmente a categoria marca mais um ano pedindo justiça e lutando contra a impunidade.

O presidente do Sinait ainda enfatizou, durante o ato público, que os mandantes da Chacina de Unaí não atacaram apenas as famílias dos colegas, eles atentaram contra o Estado brasileiro e foram contra a ordem promovida pela Constituição. “Vamos continuar lutando até que todos os envolvidos estejam presos cumprindo as penas. A luta continua e não vamos desistir até conseguir que a justiça seja feita”.

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A vice-presidente do Sinait, Rosa Maria Campos Jorge, reforçou a fala do presidente ao dizer que os Auditores-Fiscais do Trabalho foram mortos porque ousaram cumprir a sua missão à risca. “Eles receberam sérias denúncias de que trabalhadores estavam sendo duramente explorados”.

Ela ainda relembrou, com muita emoção, momentos do julgamento dos mandantes em Belo Horizonte (MG). “Acompanhamos o processo em Belo Horizonte e vimos o escárnio com que a vida dos nossos colegas foi tratada. A gravação dizia que os executores foram pagos para matar o Nelson, mas, quando identificaram mais fiscais na operação, os mandantes sugeriram uma liquidação e mandaram matar todos”.

Segundo Rosa Jorge, as provas do julgamento foram contundentes, no entanto, em razão do poder econômico dos mandantes, os recursos protelatórios parecem infinitos. “Os executores e os mandantes foram julgados e condenados porque o Sinait e os Auditores-Fiscais de todo o país estão numa longa batalha para conseguir fazer justiça. A luta não acabou e vamos continuar batalhando até que eles cumpram a pena na cadeia”.

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O presidente da Confederação Iberoamericana de Inspetores do Trabalho, o uruguaio Sérgio Voltolini, reforçou os discursos anteriores dizendo que espera que a justiça seja célere nesta etapa. “Esperamos que até o final do ano os recursos sejam julgados e o TRF1 tome a decisão efetiva para que não se prolongue o sofrimento das famílias”.

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EL MISMO DÍA 25 DE ENERO SE CELEBRÓ POR PARTE DEL SINAIT EN EL HALL DEL MT EN BRASILIA, UN ACTO POR EL DÍA DEL INSPECTOR DE TRABAJO.

O Sinait levou uma instalação para o saguão do ministério, uma cela com um manequim representando um trabalhador rural resgatado pelos Auditores-Fiscais do Trabalho. As grades contam a história do combate ao trabalho escravo desde a criação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, em 1995.

O trabalho escravo é uma condição de aprisionamento de seres humanos e a cela tem esse significado. O trabalho escravo é incompatível com a posição do Brasil como uma das maiores economias do mundo”, disse Carlos Silva.

O ato também contou com a presença do presidente da Associação dos Inspetores do Trabalho do Uruguai – AITU, Pedro Osuna, que se declarou solidário à situação da Auditoria-Fiscal brasileira. “O trabalho da Inspeção é fundamental para trabalhadores, que não merecem viver em condições indignas.”

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